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quarta-feira, 11 de outubro de 2017

HISTÓRIA EM FOTOS
 
Um dos primeiros recipientes de um dos produtos mais famosos do mundo: a Coca-Cola, em 1917, quando havia deixado de ser apenas uma tentativa de xarope que não emplacou nas farmácias, para se tornar o refrigerante mais bem-sucedido comercialmente de todos os tempos.

Ninguém imaginaria o poder do qual esse jovem casal hippie desfrutaria, nos EUA: icônica foto de Bill e Hillary Clinton, em 1969. Ele, futuro presidente. Ela, futura senadora e candidata a presidente.

 O cinema, como ele é: fábrica de ilusões. Bastidores da clássica cena de 'Guerra nas Estrelas - O Império Contra-ataca', de 1981, quando o nefasto Darth Vader revela para o herói Luke Skywalker que ele é o seu pai. Luke (o ator Mark Hammil), estarrecido, despencará logo em seguida do módulo em que está... para cair em um mar de colchões!

 A eterna Lady Di... Princesa Diana recebe da ainda garotinha Drew Barrymore (estrelinha do filme), ao lado do cineasta Steven Spielberg, um boneco-souvenir do  "E.T. - o Extraterrestre", em uma cerimônia de première do filme, em 1982.

O casal John Lennon e Yoko Ono, em momento de descontração, parando para lanchar após uma volta de bicicleta. New York, 1972.

Ainda tão jovem, tão bela... Sharon Stone, em foto de 1983. Que pose...

 Momento clássico da informática nos anos 70: uma das primeiras propagandas de lançamento das vendas do Apple 2, do mago Steve Jobs. Computador era isso aí: parecia uma máquina elétrica de escrever conectada a uma TVzinha de tubo.

 Capi di tutti capi... Os poderosos chefões Al Pacino e Robert DeNiro, novinhos. Foto dos bastidores da produção "O Poderoso Chefão 2", um clássico do cinema de 1974.

 Momento 'esbórnia' de duas das personalidades mais talentosas e desvairadas que Los Angeles já viu: Robert Downey Jr - hoje mais conhecido como o "Homem de Ferro" da Marvel (aqui ainda em sua fase 'muleke doido'), e Slash, o lendário guitarrista dos Guns N' Roses. 1987. Estavam bebaços ou não?

 Quem disse que lugar de homem não é na cozinha? Um ainda jovem Harrison Ford, em 1980.

O cinema, como ele é - 2: a gigantesca maquete montada para o ataque do Puffy, o monstro de marshmallow, que atazana os "Caça-Fantasmas", no filme de 1985.

 
Um esquelético David Bowie cumprimenta a famosa dupla Simon e Garfunkel, na entrega de um Grammy no distante ano de 1975. O que impressiona é a imagem extremamente esquálida de Bowie - que estava com um pé na cova, em sua fase mais 'cheirada'.

 O trio de ouro dos filmes de ação: Bruce Willis, Arnold Schwarznegger, e Sylvester Stallone, no lançamento de mais um dos famosos 'Hard Rock Cafe' que eram propriedade dos três, em 1987.


Um Christian Bale menino, jogando videogame após o sucesso do seu primeiro filme como protagonista, "O Império do Sol", de 1987. Ninguém sonharia que esse garoto ainda se tornaria o Batman...

A monumental coreografia de ginastas e malabaristas, encenando uma "tocha olímpica humana", que emocionou muita gente na abertura dos Jogos Olímpicos de Moscou, em 1980.


A futura estrela Uma Thurman, novinha e belíssima, num ensaio fotográfico de 1986.



O tricampeão mundial de Fórmula 1, Jackie Stewart, em 1966, com uma das engenhocas eletrônicas mais bizarras desenvolvidas naquela época: uma super câmera para dar zoom e transmitir em tempo real os melhores lances na pista.

Quem foi moleque na década de 80 se lembra demais desse trio aqui... Matthew Broderick, Mia Sara e Alan Ruck em foto promocional de lançamento do grande sucesso "Curtindo a Vida Adoidado" (1985).


  
Momento histórico e trágico da humanidade: uma das primeiras explosões focalizadas durante o bombardeio executado pelos aviões japoneses na base americana de Pearl Harbour, durante a Segunda Guerra Mundial - 1941.

O futuro presidente dos EUA, o empresário Donald Trump, em 1984. Será que hoje ele tem mais ou menos dinheiro do que ele estava carregando nessa foto aí da época?

O registro melancólico de um momento da falecida cantora Amy Winehouse: essa é uma foto do seu último show, em 2011. Não se sabe se por abstinência, crise emocional, ou simples encenação artística - o que vemos é uma mulher triste, em cima do palco.


Foto histórica da chegada no famoso bairro de Los Angeles - Hollywood, a meca do cinema, em 1923, quando seu clássico letreiro ainda a nomeava '"Hollywoodland".

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

LOUCOS ENTRE NÓS

Apenas dois dias separam duas tragédias chocantes e tristemente coincidentes, de pessoas inocentes sendo barbaramente mortas por cidadãos aparentemente comuns, aparentemente inofensivos e integrados ao convívio social.

Dia 2 de outubro de 2017, Las Vegas, nos Estados Unidos: o contador aposentado Steven Paddock, 64 anos, tido como um cara pacato, e amante de jogos nos cassinos, disparou um fuzil carregado da janela de seu quarto no 32º andar do hotel Mandalay Bay, onde costumava se hospedar, contra o público de um festival de música country que ocorria logo ali perto. 59 pessoas se tornaram seus alvos mortais, mas outras centenas ficaram feridas. Logo depois do histórico atentado - já tido como o maior do gênero "franco atirador" nos EUA - Paddock mirou uma pistola contra si mesmo e se matou, levando consigo o segredo de sua motivação sanguinária. Em seu quarto, além do fuzil utilizado no massacre, havia dezenas de outras armas.
 Vídeo mostrando o início do massacre em Las Vegas

Dia 5 de outubro de 2017, Janaúba (MG), no Brasil: o vigia Damião Soares dos Santos, 50 anos, funcionário municipal efetivo, está retornando ao Centro de Educação Municipal Gente Inocente, creche de onde estava afastado em período de férias. Ele entra rapidamente no prédio alegando que irá entregar um atestado médico. Não dá tempo de ninguém perceber que ele carrega um galão cheio de álcool, e em instantes começa a despejar o líquido sobre ele e várias crianças, invadindo uma sala próxima do berçário. E ateia fogo. Em uma das piores tragédias incendiárias dolosas já ocorridas em nosso país, 4 crianças morreram ainda no local e 22 foram levadas para hospitais da região, além da professora Helley Abreu Batista, que chegou a heroicamente enfrentar Damião na tentativa de salvar as crianças, mas também foi queimada e morreu após ser internada, cerca de 11 horas após a tragédia. Damião também morreria vítima das queimaduras, algumas horas depois.

O que fica como lição, depois disso tudo?

Infelizmente, a certeza de que o terror e a loucura habitam as almas humanas onde menos esperamos.
O desespero de populares em Janaúba
 
Tragédias como Las Vegas e Janaúba apresentam para nós a sensação horrenda e caótica da perda de controle do cérebro, e da nossa total impotência diante do desatino voraz da demência de outrem. Do desvario que pode tomar as formas do homicídio, ou genocídio.

Nesse sentido, o caso de Paddock é pior do que o de Damião, pois nenhum indício ele chegara a deixar, em momento algum, de que cometeria um ataque. Era já conhecido em Las Vegas, e tinha situação financeira boa, proprietário de vários bens e imóveis, tido até como um apostador bem humorado e bonachão, acostumado a perder até 30.000 dólares por noite nas roletas.

Nem para a namorada - despachada com muita grana para as Filipinas, provavelmente sem saber nada do que aconteceria e para não atrapalhar seus planos - Paddock revelou qualquer pista do que faria.

Já Damião tinha um histórico mais complicado, e que com um pouco mais de atenção da família, autoridades e poder público, poderia ter revelado algo de seu caráter obscuro e doentio. Em uma rede social, dias antes, havia postado mensagens confusas sobre ser um cultor da paz, do amor e da felicidade, além de outras falando sobre padres tomando remédio escondido e a geração do país perdida.

Ele já havia passado por tratamentos contra a depressão, e chegara a usar remédios psiquiátricos. Não era casado, e nem tinha filhos.

Após as primeiras investigações, a polícia descobriu, afinal, que a data do ataque era simbólica para Damião: 5 de outubro foi o dia em que seu pai morreu. Na terça-feira anterior à tragédia, ele havia anunciado para familiares que daria um "presente" a todos, se matando em breve. Provavelmente, ninguém levou a sério, pois Damião também era tido como um cara tranquilo, e que gostava das crianças do local onde trabalhava.

Não há como prever o estopim deflagrado por comportamentos obsessivos de longa data.

Esse é um perigo a que todos nós estamos expostos.

Na certeza de que a face feia da loucura pode estar por trás do rosto de quem menos esperamos, não nos resta muito a não ser sermos bons, fazermos o nosso melhor todos os dias para viver bem com nós mesmos e com os outros, e viver o máximo que pudermos, com felicidade e fé.

Muita fé.

Que essa loucura toda esteja sempre longe de nós. 🙏

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

DEUS (como parte de mim)
Eu, ao completar 7 anos de idade

O tempo vai passando, a gente vai ficando mais velho. E cada vez mais as coisas vão mudando.

Passei recentemente pela experiência da perda de um ente querido, quase ao mesmo tempo em que o peso da idade se abate um pouco mais sobre mim.

Diversas experiências na vida forçam nossos olhos a se abrir para um monte de coisas. Quando nos deparamos com as ausências (e as memórias que as acompanham), uma miríade de pensamentos toma o nosso ser.

E refletir é bom. Parar e analisar uma série de fatores que passaram a nos moldar é um momento importante, que não deve ser desconsiderado.

Para mim, é engraçado ou, no mínimo, curioso (e não mórbido, como pensariam alguns) o fato de que, quanto mais pessoas da minha convivência se vão, mais perto da morte eu me sinto

É algo que intimamente não dá pra negar.

Mas é um sentimento interessante. Não é ruim como muitos considerariam, pois isso nos motiva a dar um valor verdadeiro às coisas que realmente merecem esse valor. A vida é boa demais para não ser vivida. Nesse sentido, entender a morte como um fato que, talvez, dê mais sentido à vida, é uma experiência válida.

Hoje, tenho uma consciência muito mais plena, significativa, do que preciso e não preciso fazer para buscar a paz e a felicidade - esses bálsamos milagrosos do "saber viver", ao lado da saúde, é claro.

As tristezas, o sofrimento, ódio e amargura, rancor, mágoas e rejeição - tudo isso não dá pra considerar quando se quer viver bem. Melhor jogar fora. Sem o mínimo senso de apego. Merecem ir para a lata de lixo da razão.

Muita gente pode estar pensando enquanto lê isso: "puxa, mas que texto mais piegas esse cara está postando! Parece auto-ajuda! Já vi isso escrito em 'n' lugares!". 

Sim, já viu. Mas me desculpe, não de mim. 

E essa é minha pequena contribuição. É o meu modo de comentar sobre esse momento que estou passando, e não sei como descrever de outra forma.

No fundo, penso que faz falta, de vez em quando, as pessoas falarem um pouco mais sobre essas experiências de vida positivas que ajudam a seguir adiante. Pois muitos dias, a barra não é fácil, sei que muita gente sente isso.

Continuando, eu diria que passei a entender que tudo que sempre aconteceu de errado comigo, contribuindo para todos os meus sentimentos ruins e crises, acabou sendo uma espécie de compensação pela minha raiva, meu egocentrismo, meus erros, e meu desprezo por pessoas que esperavam muito de mim, e nada (ou quase nada) tiveram em troca. De alguma maneira, eu tinha que aprender (pagando com sofrimento), por isso. E conseguir chegar a uma compreensão mais clara e racional disso é um exercício diário, gradual, e certas vezes doloroso. 

Mas tem que ser feito.

Enxergando as coisas assim, a gente passa a sentir muito mais a lei de Deus em nossas vidas.

E esse é o ponto em que quero chegar: conseguir contemplar uma sensação mais completiva e libertadora de DEUS em mim, como agente regulador de todos os meus atos e consequências, é uma das coisas mais formidáveis e fantásticas que já tive o prazer de poder experimentar.

É de uma paz e serenitude inigualáveis. 

Mas, como eu disse, exige certo exercício de entendimento e tolerância. Deixar para trás a carga negativa. Desapegar.

Obviamente, esse sentido da existência divina em nossas vidas é algo que qualquer um pode ter, e pode experimentar com a sua própria crença, religião, seita etc. Vai do arbítrio e esforço de cada um. Eu simplesmente falo aqui que consegui atingi-lo com alguns estudos da religião que professo. Mas, verdade seja dita, muito mais por mim mesmo, e das observações pessoais que faço acerca desse mundo, e suas pessoas.

Não pretendo dizer aqui para ninguém se afastar da sua religião e se recluir em pensamentos, para ter contato com uma consciência superior. Ter a comunhão religiosa é bom, super importante também.

Mas falo que minha experiência foi bem íntima e pessoal mesmo.

Hoje, tenho uma concepção muito mais apurada de Deus, em mim, do que tinha antigamente.

E é sempre legal ficar bastante em silêncio, e ouvir o som do silêncio. Que é o som da sua alma.

Em outros tempos, eu dava muita importância às palavras. Às minhas próprias e às de outras pessoas. Sempre fui tido como um cara bom com elas, detentor de um certo talento ou dom natural para captá-las, moldá-las, e entendê-las. Trabalhá-las. 

Mas descobri que as palavras são altamente permeáveis. Podem vir carregadas de elaborações e simbologias descaracterizadoras da Verdade. Nesse sentido, melhor se aproximar delas de uma forma que ficou mais confortável para mim, ultimamente: cautelosamente, o básico do básico.

As palavras são perigosas. Podem ser muito boas, ou podem ser muito más.

Não ando mais muito fã das palavras. Vou ficando mais carinhoso com os sons, as emoções, e os movimentos. Ou seja, tudo aquilo que não precisa se dizer, para se sentir. Isso sim, tem me atraído mais.

Como eu disse lá no início, é que as coisas vão mudando. A gente muda, e vai percebendo a diferença de tudo, e como essas mudanças são relevantes.

Acho que estou finalmente aprendendo a mudar, do jeito certo.

Mas com Deus, sempre. Graças a Ele. 😊
Charge 'Deus', de Laerte (2013)

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

INDIGNAÇÃO COM A INCLUSÃO... NA NOTÍCIA QUE TOMOU AS REDES SOCIAIS
Essa fotinha me comoveu

Não é de hoje que este blog tenta abrir os olhos de muita gente para certos embustes públicos que se formam, e vão envenenando os ambientes sociais com falsas ilusões e demagogia.

Sentimos isso como um dever cívico. Um dever da cidadania. Mostrar como algumas coisas soam tão lindas na teoria, mas tão árduas e enfadonhas na prática.

Já há um ano atrás, em um artigo de setembro de 2016 (veja aqui), chamávamos a atenção para a dificuldade de se efetivar a autêntica inclusão dos portadores de necessidades especiais nas escolas públicas do país.

Algo que - mais uma vez vez afirmamos - não é impossível de acontecer! Mas que, do modo como tem sido colocado em prática, arrasta tais intuitos nobres, cada vez mais, para o campo da utopia.

O caso ocorrido no final de agosto passado com o menino João Pedro, de 9 anos, um cadeirante e portador de paralisia cerebral que estuda na Escola Municipal Monsenhor João Rodrigues de Oliveira, no Bairro São Geraldo, zona leste de Belo Horizonte, emocionou a sua mãe e mais centenas de pessoas que se comoveram com a sua postagem nas redes sociais, ao ficar sabendo que o filho foi barrado em uma excursão de coleguinhas que iriam assistir Emoji, O Filme, no cinema de um shopping da região Centro-Sul da capital mineira.

Enquanto todos foram, o garoto foi deixado sozinho na escola, no período escolar matutino (de 7 às 11h20 da manhã), acompanhado somente de seu auxiliar de apoio.

Como consolo, um balãozinho verde em sua cadeira de rodas, e alguns brinquedinhos em volta.

Absolutamente lamentável. E revoltante.


O post da mãe de João Pedro dói na gente, e comprova, mais uma vez, como as escolas públicas estão despreparadas e desmotivadas para executar a verdadeira inclusão. Terminam, por vezes, agindo de forma contrária, totalmente excludente, quando se deparam com as dificuldades e faltas de condições, recursos e profissionais qualificados para lidar com os portadores de necessidades.

Pode faltar o interesse, mas faltam também os meios para garantir locomoção, deslocamento, e técnicas e terapias de socialização adequadas para dar o suporte necessário ao portador, nessa sua adequação em um mundo tão especial para ele quanto ele é para esse mundo. 

Há de se tornar sempre presente o acompanhamento de especialistas, na área da psicologia, da assistência social, da fonoaudiologia e fisioterapia, da terapia ocupacional. 

Porque muitas vezes o buraco está mais embaixo: o problema não é só com o portador da deficiência não, é com a família dele também! O ambiente familiar nem sempre ajuda, às vezes até atrapalha a correta integração do especial à sociedade.

E falo disso com certa propriedade. Com algum conhecimento de causa considerável, por ser filho de uma pessoa que dedicou mais da metade de sua vida a trabalhar com essas pessoas especiais, e também marido de uma mulher que continua lidando com essas pessoas diariamente, na escola onde trabalha. Um trabalho de amor, extrema paciência, e venerável devoção.

É preciso muito mais que palavras bonitas e teorias mirabolantes para fazer com que escolas "comuns" se tornem ambientes agradáveis e qualificados para a escolarização e convivência dos portadores de necessidades especiais.

Alguns dias depois do ocorrido com o João Pedro, uma rede de cinemas de BH e uma distribuidora de filmes do Rio de Janeiro oportunizaram ao garoto uma sessão com o mesmo filme para ele e sua sala, buscando reparar um erro tão grave cometido pela sua escola. E dessa vez, ele foi. 😀👍

Mas fica o fato aí para fazer refletir. Causar. Promover a ponderação e a discussão.

O caso de João Pedro mobilizou a Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte - tão ciosa de suas preocupações sociais, e anteriormente ocupada pela nossa atual Secretária Estadual de Educação - e provocou uma manhã inteira de debates na Câmara Municipal de BH.

Indispensável esse barulho.
João Pedro chega de ônibus para mais um dia de aula, auxiliado por sua mãe

terça-feira, 5 de setembro de 2017

NA TRILHA DE UM MANÍACO
Ele se tornou um dos grandes símbolos do mal personificado na humanidade - assim como Nero, Hitler, Jim Jones, e outros líderes ensandecidos responsáveis por diversas mortes em série.

Ele aproveitou um momento único, na história, para mostrar o seu poder de manipulação, persuadindo e envenenando jovens mentes para cometerem seus desígnios macabros.

Um louco, um maníaco psicótico, descompensado, ou somente um cérebro frio, calculista e perverso, que tentou encenar, como se fosse arte (parte de um show) um dos mais horrendos espetáculos homicidas de horror de todos os tempos?

São essas algumas perguntas que o documentário Charles Manson - A Mente Diabólica, de autoria do canal pago Bio (já reprisado recentemente no Brasil, e disponível já há algum tempo no youTube) tenta responder.

O filme traça, didaticamente, bem na linha de outras produções do canal, a trajetória completa da vida de crimes e terror de um dos maiores psicopatas e serial killers de todos os tempos - mesmo não tendo ele, praticamente, sujado suas mãos diretamente de sangue.

Talvez isso seja o mais apavorante e intrigante em Manson: como ele conseguiu arrebanhar e controlar, durante tanto tempo, as cabeças dos garotos de uma seita de fanáticos criada por ele ("A Família"), no final da década de 60, nos EUA, para cometer duas das mais lendárias chacinas presentes no noticiário policial americano até hoje: os assassinatos nas mansões da atriz Sharon Tate e do casal LaBianca, em uma área nobre da rica Hollywood, Los Angeles, 1969. 
A belíssima atriz Sharon Tate - ela e seus amigos vítimas da seita de Manson, na época. O que mais chocou o mundo foi que esperava um bebê já de oito meses, do seu marido, o diretor de cinema Roman Polanski, quando foi brutalmente esfaqueada e morta.
Poucas vezes antes, reportagens sobre os acontecimento da época conseguiram retratar com tamanha precisão os fatos ocorridos naquelas tétricas duas noites consecutivas de assassinatos, cometidos pelos asseclas de Manson sob sua estrita orientação.

Duas das garotas da seita de Manson na época, hoje já senhoras e com suas penas já cumpridas na Justiça, contam calmamente e com detalhes o modo como mataram suas vítimas. É impressionante.

Relatam, ainda, o modus operandi nefasto de Manson, as técnicas mentais de lavagem cerebral, com uso pesado de drogas alucinógenas e alucinações místico-religiosas induzidas por ele, que eram provocadas nos membros de sua gangue: ele as fez acreditar que podia ser uma nova espécie de Jesus Cristo! ("Ele nos dizia: eu acredito em você, me vejo em você! Você também acredita em mim?").

Lançando mão ainda da forte revolução contracultural em voga na época, com interpretações esquizofrênicas de músicas dos Beatles, e dos conflitos raciais que então estouravam em Los Angeles, Manson criou a sua própria versão, muito pessoal, do apocalipse que estaria prestes a acontecer, de forma a conseguir que os seus comandados concretizassem atos macabros.

Um alerta ainda atual e pungente, e importantíssimo para qualquer um assistir -  principalmente para a galerinha mais jovem, ficar esperta com aquelas amizades que parecem gente super comum, oferecem aquele suporte afetivo para as suas carências, "ombro amigo", e nisso se aproximam até entrar na sua mente.
Manson, já com a cabeça raspada, em uma de suas várias e conturbadas sessões de julgamento nos anos 70, quando incrementou a sua imagem diabólica com uma suástica talhada a faca na testa.

Todos descrevem Manson - um cara potencialmente simples, e sem nenhum atrativo físico mais chamativo - como uma figura extremamente sedutora.

E tremei! - a próxima produção cinematográfica do renomado e super-cultuado diretor Quentin Tarantino (de Pulp Fiction, Kill Bill e Bastardos Inglórios) vai ser justamente um filme sobre a vida de Manson e as chacinas cometidas por ele e sua seita, e já está sendo rodada. 

Hollywood vai ter que relembrar, através de um de seus artistas mais talentosos, um capítulo sangrento e extremamente dramático de sua história.

Caso não conheça ainda a história de Charles Manson, reserve um tempinho da tua vida, clique ou toque no link logo abaixo, e veja como entrou em ação um dos psicopatas mais perigosos de todos os tempos.

sábado, 2 de setembro de 2017

TENTE NÃO RIR: AS PIORES CAPAS DE DISCO DO MUNDO!
Aff... É pra acabar!

Tem gosto pra tudo.

Mas após uma eleição realizada pela revista americana Billboard, em 2015, e mais algumas seleções feitas por sites da web de lá para cá, é inevitável comentarmos aqui algumas das coisas mais bizarras e insólitas que já foram lançadas no mundo da música, colaborando para aquela máxima de "quanto pior, melhor". Ou "falem mal, mas falem de mim", essas coisas.

Alguns artistas, definitivamente, não tem o senso do ridículo.

A seguir, comentadas, algumas das piores capas de discos já lançadas no mundo.

A maioria é antiga, ainda da época do vinil, quando o conceito do que era cafona ou espalhafatoso se confundia com hype (na onda), descolado e viajandão, ou seja lá que tranqueiragem certos publicitários da época imaginavam que pudesse chamar a atenção.

Não fique chocado(a). Mantenha a calma, pois nem adentramos no mais horripilante mesmo. 

Muitas vezes, a música contida nesses álbuns era deveras mais tétrica do que a embalagem que a envolvia. Evitamos por essas músicas aqui, tomando, portanto, o cuidado de não nos atrevermos a afugentar tanto os leitores desse blog...

As Braillettes... Descontando a boa intenção 'inclusiva' de por na capa do disco a foto de um grupo de 3 irmãs, onde 2 delas eram cegas (daí o nome 'Braillettes', que vem de 'braille', sacou? Hahahaha), muita gente achou que a foto não ficou legal.


Cara, eu ainda não entendi o lance aqui. Te juro que meu deu um nó na cabeça pra interpretar... É um lobisomem que engravidou as duas mina, depois virou humano de novo, fez rap e ganhou dinheiro pra comprar um jipe bacana, ou seria o jipe de duas amigas grávidas que encontraram um lobo no meio da estrada, ficaram com dó e levaram ele pra casa, mas descobriram que ele virava homem e aí ele pôs touquinha na cabeça pra cantar rap... ??? Sei lá. Como é que é? Esse $tewmac é gênio mermo!


Grande Neuber. Com esse rostinho, tenho certeza que era o Apocalipse mesmo.

Putz, véi... Fala sério! Mais um da série 'duplas caipiras psicodélicas'. A pior notícia que essa equipe da imprensa ae podia dar é essa foto deles com essas roupinha... rsrsrs


Eis o que acontece quando o donzelo Jacinto (tadim!) é interceptado por duas vagaba feroiz, pornochanchada barra pesada dos anos 70 style!


Os Louvin' Brothers anunciam que Satã é real... Mas, na boa: ele vem na forma daquele bonequinho ridículo que eles pintaram ali? Mete medo não, viu?


Tex Williams era um mala mesmo, hein? Não há de ver que ele pensou que dando uma de 'Wolverine do Tabaco', ele ia abafar geral??? (Garrinhas de cigarro? Valha-me... Kkkkkk...)


Tudo bem que um ventríloquo querer gravar um disco de rap é uma ideia original. Legal, até. Mas rola o seguinte: só ouvindo, como é que a gente vai ter a noção de que se trata de um ventríloquo, né??? 😕


Uuuuuuiii, donzelas! Saíram do armário todas de uma vez, hein? Atrevidas!!!


Ae você tá no meio de uma estrada norte-americana, dirigindo. O carro dá uma pane e para, não quer pegar. E do nada, aparece o figura ae do Tom Pease, nessa mesma pose, com essa pinta de Beato Salu do novo milênio, gritando: "Boogie, boogie, boogie!" (Festa, festa, festa!), acompanhado de um séquito de cabritas, porcos e bezerros. Responda rápido: você fica, ou você corre?


MAS O QUE QUIEIIIIIIIIIISSUUU?????? 😬😬😬


Que gracinha a roupinha deles!!! "Foi mamãe que fez", responderam em uníssono!


Eu tenho certeza que tem alguma coisa errada com a maquiagem (e o humor) dessa moça.


Opaaa!!! Ae Batman! Dá-lhe! Pegando todas, hein? Na moral! Tá um terror desde que deixou o garoto prodígio, ahn? Não vai perdoar nem a tiazinha ae!


Alguém esqueceu de falar pra esse cara que beber e não pentear a juba antes de tirar foto pra capa de disco pega mal.


"Olha, você pode até não gostar do meu disco. Você pode até não curtir a minha música. Mas o meu olhar 43... HUMMMMM..."


Tem que ser muuuito filosófico pra refletir isso ae. Tá o Duduca e o Dalvan num rio, roupa de banho e uma gravatinha vermelha muito suspeita. Aí aparece um anjinho na capa também, tá na água também. O nome do disco é 'Massa falida'. Eles são empresários que quebraram e foram pro riacho dar uma relaxada? Aí apareceu um anjo para salvá-los da ruína financeira? Cara... Sinceramente? Não sei.


"Nóis tamo aqui pra beber batidinha, ou pra ouvir música"???


Me fala que esse cara fugiu de um manicômio e furtou o violão de alguém. Vai. Por favor.


Puuuuuuuutz-grilaaaaa... Meus conceitos sobre as partes íntimas da mulher mudaram TOTAL depois de ver a capa dessa obra aqui, mano véi!!! Diga ae: o olho e a boquinha cheia de dentes estão realmente substituindo o que eu estou pensando que estão???


Kkkkkk... Que isso, mano Durval? Tu tá acusando a pervinha ae de lésbica? Faz isso não, caboco... Dá um cheirim no cangote dela e resolve isso no amor, vai! 😂😂😂


Legal. Não satisfeito em simplesmente pavimentar a capa de seu LP todinha com uma coletânea ishperrrta do kama-sutra, o 'deus negro' Rudy Ray Moore ainda esbanja colocando uma foto no meio, bolinando sua 'próxima vítima'! Kkkkkk... Vai com fé, irmão.


Perae, perae! Para tudo!!! Então quer dizer que a Millie Jackson foi fazer um 'servicinho' básico, arrancou o sapato pra matar aquela barata que tava circulando na área, e a diarreia desceu bonita? Ou foi o calçadinho da moça que tava meio 'vencido' por dentro, pra ela ficar com essa cara? 😂😂😂 Vibrei de tanto rir!!!


Caraca! Se não fossem as palavrinhas em alemão na capa do disco, eu jurava que isso aí era um extraterrestre!


Na boa... O título pode ser 'berrante do tempo', mas não existe tempo nem lugar pra gente achar ABERRANTE de feio uns caboquim e umas roupinha dessas... Kkkkkkkk


Tava tudo indo muito bem. Tava tudo indo beleza. Ia tudo rolar às mil maravilhas. Repertório legal, roupa nos trinques. Cabelinho no estica. DE REPENTE... A gravadora fodeu tudo, e pra economizar recursos me usa o capa do disco de um artista pra embalar o disco de outro. E recorta o buraco no meio pra mostrar de quem realmente é a parada! TRETA SINISTRA, MANO!!!


Kkkkkkk... Kkkkkkk... Kkkkkkk... Me desculpe! Essa aqui não dá nem pra comentar!


Tenho certeza que já vi essa moça trabalhando em algum escritório por aí.



O título do disco é 'Música para massagear a sua companheira'. Hehehe... OK que a ruiva tem uma carinha de ninfomaníaca mesmo. Mas pra enfrentar o 'fera' da massagem ae, com esse tipim dele, rsrs... É muita coragem.


"Para o alto e avante!" Mas dá rock um cara com roupinha do Super-Homem feita no cursinho básico de corte e costura, junto com a dublê de Barbra Streisand num buguinho sinistro???


Opaaa! Uuui! Mais donzelas saindo do armário! Nossa, que gracinha! Elas dançam balé!



Sinceramente, se o Lionel Blair tivesse divulgado mais a capa desse disco dele de dança aeróbica, garanto que ele não pegava mais dama nenhuma na vida. Nunca mais. Mesmo.


Me fale, com toda a sinceridade: você chamaria essa banda para animar a sua festa?


Meu filho... Se você chegar assim, seja na casa de quem for, vai sair todo mundo correndo! Rsrsrs


Essas senhorinhas são muito simpáticas. Gostei delas, mesmo. Mas vestidinhas de anjinha assim, elas pensam que enganam quem? Hum... Olha as carinhas... tão pensando em fazer arte!


O nome do disco: 'Minha beleza'. Nossa, Kevin... Te vendo assim, eu não tenho nem palavras! Rsrsrs


E de repente, Papai Noel anda meio desanimado...e precisa chamar a Nega Jurema pra dar uma descabelada no saco de presente. Te garanto que, do jeitim que tá o assanhamento dele sorrindo, o peru de Natal vai ficar... tipo... ehr... bem... Sei lá! Rs


E essa é pra fechar com chave de ouro. Só me diz que mente doentia podia bolar uma coisa dessas, por favor! Tô tentando ainda compreender... qualé, o cara tá tentando sufocar o pum da mina com um solo de tuba, é isso???  Olha a carinha de susto dela, tadinha! Kkkkkkk...